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Rádio Cine TV Brasil

Página 12
 
Orlando Silva
 
Oscarito
Oscarito era casado com a atriz Margot Louro, de lindos olhos azuis e também de família circense, tendo dois filhos. Em 1957, nascia o primeiro neto do comediante. Na hora em que o pai, Oriovaldo Vargas Loffer, e Oscarito foram ao cartório para registrar a criança, entraram em desacordo quanto ao sobrenome. Fariam o registro como Luís Eduardo Tereza Loffer ou Luís Eduardo Dias Loffer?

Telefonaram para a mãe, Miriam, e esta preferiu que fosse Luís Eduardo Dias Loffer, pois o nome Tereza, aplicado para homens não soaria bem aos ouvidos brasileiros. O telefone chamou outras nove vezes - sempre Oscarito dando palpites a respeito do nome! No final, decidiram por Luís Eduardo Loffer, subsistindo apenas o nome da família do genitor.


 
Paulo Celestino
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Comediante de grande destaque ao lado de Jô Soares no programa "Veja o Gordo", da Rede Globo. Estreou como bailarino de teatro de revista na década de 30 e fez parte do milionário elenco reunido pela TV Excelsior na década de 60, participando de "Times Square", ao lado da francesinha Jacqueline Myrna.

No mesmo canal, dirigiu "Vovô Deville", com scripts de Sérgio Porto e alcançando 52% da audiência em São Paulo já no terceiro mês de exibição. Em 1976, Celestino assumia a direção de "Deu a Louca no Show", transmitido pela TV Tupi. Foi diretor artístico de diversas emissoras de TV.


 
Paulo Gracindo
 
Paulo Bonfim
Paulo Bonfim atuou como relações públicas da "Fundação Cásper Líbero" e fundador, com Clóvis Graciano, da Galeria Atrium. Produziu "Universidade na TV" juntamente com Heraldo Barbuy e Oswald de Andrade Filho; "Crônica da Cidade" e "Mappin Movietone". Apresentou na Rádio Gazeta, "Hora do Livro" e "Gazeta é Notícia". Entre 1971 e 1973 foi curador da Fundação Padre Anchieta, diretor técnico do Conselho Estadual de Cultura de São Paulo e representante do Brasil nas comemorações do cinqüentenário da Semana de Arte Moderna, em Portugal.


 
Pery Ribeiro
Pery Oliveira Martins iniciou sua carreira artística aos três anos de idade, participando da dublagem de filmes de Walt Disney, ao lado de sua mãe Dalva de Oliveira, que interpretava Branca de Neve, o pequeno Pery dava a voz ao anão Dengoso. Em 1941, com quatro anos de idade, apresentou-se no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

Aos 5 anos, em 1942, participou de “It’s All True”, o filme inacabado de Orson Welles, escrito e dirigido por Orson e filmado no Brasil, durante o período da Campanha de Boa Vizinhança dos EUA com os países aliados na 2ª guerra. Atuou, em 1944, no filme "Berlim na batucada", de Luís de Barros.

Em 1959, trabalhando na TV Tupi (RJ) como cameraman, foi convidado para participar do programa de Paulo Gracindo na Rádio Nacional. Assumiu o nome artístico de Pery Ribeiro, seguindo sugestão de César de Alencar.

No ano seguinte, Dalva de Oliveira gravou sua composição "Não devo insistir" (com Dora Lopes). Ainda em 1960, gravou seu primeiro disco, um compacto duplo contendo a canção "Sofri você" (Ricardo Galeno e Paulo Tito), entre outras.


 
Randal Juliano
Foi um dos apresentadores dos festivais de MPB da Record em 1966 e 1967, que fizeram história, e comandou os programas "Show da Manhã" e "São Paulo Agora", da Rádio Jovem Pan.

Dividido entre a apresentação dos musicais e a locução de esportivos, permaneceu na Pan até 1986, quando resolveu se dedicar apenas às gravações da TV Cultura, contratado desde 1982, onde foi animador de auditório, apresentando os programas "Vestibular da Canção" e "Quem Sabe, Sabe".


 
Renata Fronzi
 
Renato Corte Real
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"A única coisa que eu posso falar do Renato Côrte Real é que ele deixou muitas saudades porque além de ser um comediante extraordinário, era um colega e um amigo, um colega excelente e um belíssimo amigo. Tinha um texto moderno, adiantado até para o seu tempo que ele interpretava com raro talento. E era um prazer contracenar com ele porque ele devolvia a bola na medida, então, contracenar com ele era uma tabelinha entre dois jogadores. (Jô Soares)


 
Roberto Carlos
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Além do programa e dos discos, Roberto estrelou filmes, inspirados no modelo lançado pelos Beatles nos anos 60. O primeiro longa, "Roberto Carlos em Ritmo de Aventura", foi lançado em 1967, seguido por "Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-rosa" e "Roberto Carlos a 300km por Hora".


"O cantor das multidões"