Página Inicial

Anterior

01

02

03

04

05

06

07

08

09

10

11

12

13

14

15

Seguinte


Search Engine Optimisation
Search Engine Optimisation

Rádio Cine TV Brasil

Página 07
 
Francisco Egídio
Morreu no dia 17 de outubro de 2007 em São Paulo o cantor Francisco Egídio, aos 80 anos, de causas não reveladas. Sabe-se que ele enfrentava sérios problemas de saúde há alguns anos.

Dono de uma das mais belas vozes da música brasileira, Francisco Egídio ganhou, em 1959, os troféus Roquette Pinto e Chico Viola, ambos conferidos pela TV Record de São Paulo, pela gravação da balada cristã "Creio Em Ti", seu maior êxito.


 
Gessy Fonseca
Esta foto pode ser ampliada
Uma das grandes damas da dublagem, do rádio e da televisão brasileira. Gessy Fonseca estreou nas radionovelas em 1941, tornando-se um dos nomes mais importantes do gênero, atuando em mais de 400 produções. Ganhou os prêmios: “Roquette Pinto” em 1950, como melhor atriz dramática; o “Princesa do Rádio”, em 1955; o ”Tupiniquim", em 1959; o de “Melhor Atriz de Tv”, em 1958, pela novela "A Última Caricia" (TV Record).

Gessy foi a primeira "Dona Lola", personagem da novela "Éramos Seis". Ela viveu esse personagem em 1958, na TV Tupi, quando as novelas só eram exibidas às terças e quintas-feiras, à noite. Gessy também trabalhou nas novelas "Anos de Ternura" (1958), "Fogo sobre Terra" (1974), "O Todo Poderoso" (1979) e "Meus Filhos, Minha Vida" (1984).

No cinema atuou em "Simão, O Caolho" (1952), "Mulher Desejada" (1978), "Retrato Falado de uma Mulher Sem Pudor" (1982), além de ter dublado a voz de Eliane Lage no clássico "Caiçara", de 1950.


 
Grande Otelo
Esta foto pode ser ampliada
A principal atividade de Grande Otelo sempre foi o cinema. Apareceu pela primeira vez na tela em Noites Cariocas, em 1935. Trabalhou em alguns filmes conhecidos como Futebol e Família (39) e Laranja da China (40), conseguindo fama para ser chamado para trabalhar no primeiro filme produzido pela Atlântida: Moleque Tião, de 1943.

Uma tragédia familiar abalou as filmagens de Carnaval no fogo: sua mulher matou o filho do casal de seis anos e suicidou-se, enquanto ele filmava a cena em que fazia o papel de Julieta e Oscarito o de Romeu, sem saber de nada. Abalado, afastou-se da fita e só assistiu à cena quase 30 anos depois. Outro fato curioso aconteceu em Fitzcarraldo (1982), do alemão Werner Herzog, filmado na selva, no Peru, que quase enlouqueceu o vaidoso ator Klaus Kinski. O brasileiro precisava fazer uma cena em inglês, mas resolveu falar em espanhol, idioma que Kinski desconhecia. Irado, Kinski retirou-se do set. Quando o filme estreou na Alemanha, aquela foi a única cena aplaudida pelo público, contou depois o diretor Herzog.


 
Gregório Barrios
Em 1952, a imprensa anunciava que o cantor Gregório Barrios estava cego, noticiada por um empresário, Felicio Contreras. A consternação foi geral. Gregório Barrios Villabriga teve que ir ao Rio e mostrar que enxergava muito bem, acusando o empresário de desonesto e mentiroso, com a única finalidade de prejudicá-lo. Barrios gravou cerca de 500 canções em 125 discos de 78 rotações e 43 LPs.


 
Guerra Peixe
Guerra Peixe compôs trilhas para os filmes Terra é sempre terra e O canto do mar, sendo premiado em 1953 como melhor autor de música de cinema.

Também realizou trabalhos no campo da música popular brasileira, fazendo arranjos sinfônicos para músicas de Chico Buarque, Luiz Gonzaga e Tom Jobim.

Integrou a Orquestra Sinfônica Nacional como violonista e dedicou-se à carreira de professor, dando aulas de composição na Escola de Música Villa-Lobos, e de orquestração e composição, na Universidade Federal de Minas Gerais.


 
Haroldo Barbosa
 
Hebe Camargo
Esta foto pode ser ampliada
 
Hélio Ansaldo
Esta foto pode ser ampliada
 
Heron Domingues
Heron Domingues, o Repórter Esso, aguardava sôfrego pelo telegrama que confirmaria o fim da II Guerra Mundial, em 1945. Deveria fazer jus ao apelido a ele atribuído, "o primeiro a dar as últimas". Após passar Natal, Ano-Novo e Páscoa em alerta, os colegas insistiam para que ele fosse descansar em casa. Aceitou o conselho a contragosto e, para sua decepção, ele soube do fim do armistício pela emissora concorrente. Para consolo, sua credibilidade ressoou: "Se o Repórter Esso ainda não deu, não deve ser verdade", comentava-se pelo país. Só depois que empostou sua inconfundível voz ao microfone é que a notícia ganhou veracidade.


 
Hilton Gomes
O primeiro noticiário televisivo em rede nacional do país foi transmitido por Hilton Gomes de Souza. Em 1º de setembro de 1969, 19:55 hs., ele entrou no ar e declarou solenemente: O Jornal Nacional da Rede Globo, integrando um novo Brasil, inaugura-se neste momento.

Gomes já era um rosto conhecido ao se tornar o primeiro locutor do Jornal Nacional. Havia apresentado o primeiro noticiário da televisão brasileira, o Telejornal Brahma, numa carreira marcada por primeiras vezes. Como repórter, cobriu a primeira viagem do homem à Lua, com o lançamento da nave Apolo 11.

Foi ele também quem fez a transmissão inaugural via satélite para o país - uma entrevista com o Papa Paulo VI, direto do Vaticano. Gomes apresentou ainda concurso de Miss Brasil e o Festival Internacional da Canção nos anos 60 e 70, de grande audiência na época.


 
Homero Silva
Homero fez um concurso de locutor na Rádio Tupi de São Paulo, e passou, pois era dono de uma voz bonita e marcante. E aí começou a carreira que, se não única, foi a mais importante de sua vida. Logo chegou a diretor da emissora.

É preciso lembrar que seu grande sucesso deu-se à apresentação do programa infantil "Clube do Papai Noel" , onde ele era tão querido que as crianças o chamavam de "Papai Noel". Nesse programa iniciaram a carreira artística: Hebe Camargo, Erlon Chaves, Wilma Bentivegna, Wanderley Cardoso, Vida Alves, e muitos outros.

Foi um acontecimento esse programa que começou na rádio e, mais tarde, transferiu-se para a televisão. Homero Silva, aliás, foi escolhido para ser o primeiro locutor, aquele que apresentou a PRF3-TV Tupi, aos telespectadores, no lançamento da primeira emissora de televisão da América Latina.