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Rádio Cine TV Brasil

 
Adelaide Chiozzo
 
Ademilde Fonseca
Ademilde Fonseca nasceu no Povoado de Pirituba, no município de São Gonçalo do Amarante (RN), em 4 de março de 1921. Mudou-se para Natal (RN) aos quatro anos de idade, onde morou até o início da década de 40. Casou-se com o músico Naldimar Gedeão Delfim, com quem foi para o Rio de Janeiro, em 1941. Trabalhou em rádio e cantou em programas de calouros até obter sucesso com sua interpretação de Tico-tico no Fubá ao lado do regional de Benedito Lacerda. Gravou seu primeiro disco em 1942. Ademilde passou a gravar músicas de grandes compositores, principalmente do estilo com que mais se identificava: o choro. Logo ficou conhecida como a Rainha do Chorinho.

Em 1944 foi contratada pela Rádio Tupi. Tocou com grandes músicos, como Waldir Azevedo, Claudionor Cruz, Garoto, Severino Araújo, Jacob do Bandolim, Pixinguinha, Canhoto, Radamés Gnattali e maestro Chiquinho. Em 1950, Teve enorme sucesso com a gravação de outro choro clássico, Brasileirinho, de Waldir Azevedo e Pereira da Costa. Desde 1997 integra o conjunto As Eternas Cantoras do Rádio. Em 2001, participou do CD Café Brasil, produzido por Rildo Hora, ao lado de Marisa Monte, Paulinho da Viola, Martinho da Vila, Henrique Cazes, Leila Pinheiro e o conjunto Época de Ouro, entre outros.


 
Adilson Ramos
E no ano de 2002 em agosto foi lançado "O melhor de Adilson Ramos", coletânia da gravadora "Paradox". Mais um lançamento desta vez independente em 2003. Em agosto o Cantor Adilson Ramos lançou o CD Corpo, Alma e Coração, com 15 músicas inéditas e 2 faixas interativas que você pode ter acesso pelo seu computador. Mais quem pensava que tinha acabado se enganou.

Em 2005 saiu o lançamento de seu DVD - 45 Anos de Aldison Ramos, é no ano seguinte o Cd extraído do DVD em Março de 2006, pela Polydisc, além de mais duas coletânias. A Série BRASIL POPULAR, lançado em Setembro de 2006 pela Sony é a coletânia 30 ANOS DE WARNER, também lançado em Setembro de 2006 pela Warner.


 
Agostinho dos Santos
Agostinho dos Santos e Leny Eversong
 
Alaíde Costa
Alaíde regravou Onde está você, em 1975, num compacto simples. Um ano depois, lançou o LP Coração, pela Odeon. Em 1982 gravou Águas vivas, produção independente que mais tarde daria origem ao CD Alaíde Costa e João Carlos Assis Brasil (1995), lançado no Brasil e na França pela WEA. Lançou em 1988 o LP independente Amiga de verdade, em que canta ao lado de Paulinho da Viola, Milton Nascimento, Ivan Lins, Egberto Gismonti e outros.

Três anos mais tarde estreou em São Paulo os espetáculos Coração violão, acompanhada por Paulinho Nogueira, e Alaíde Costa canta Tom Jobim. Em 1994 apresentou-se no Rio de Janeiro, ao lado do pianista João Carlos Assis Brasil; o espetáculo foi registrado em CD e lançado pela Movieplay em 1995. Em setembro de 1997, José Miguel Wisnik convidou-a para participar do evento Rumos Musicais, do Instituto Cultural Itaú, de São Paulo.


 
Apelidado o "Didi de Itapetininga", Almir Ribeiro foi um grande nome do Rádio, Televisão, Cinema e Disco, falecido em 18 de fevereiro de 1958, afogado na praia de Punta del Este no Uruguai.

Na época, a Revista do Rádio publicou: "No final do ano de 1957, quase na entrada de 1958, Almir Ribeiro foi-nos traiçoeiramente roubado pelas ondas de Punta Del Este. Sua morte causou verdadeira comoção em todo o país." Almir consagrou-se com a composição "Onde Estou?".

Almir detestava a repetição. Buscava sempre o novo, o inédito, enfim, tudo aquilo que mais agradava a seu gosto, que mais de perto tocava sua sensibilidade. A mente de Almir estava sempre povoada pela preocupação de agradar de imediato a seu público. Deixava de lado o resultado financeiro de suas gravações, evidenciando, prematuramente, um elevado espírito profissional, que fez com que sua carreira fosse iniciada num ponto onde muitos a terminam.


 
Altemar Dutra
Altemar Dutra e Rosemary
 
Amália Rodrigues
Amália Rodrigues deixa uma imagem mítica nunca alcançada por ninguém. Deixa um povo agradecido. Se o fado é dor, é melodia, é poema, é amor, é vida, é fatalismo, é luz, é de pensar. Amália sentiu na sua alma algo que nunca poderá dizer. Nós só lhe poderemos dizer Obrigado. Textos publicados na Imprensa Portuguesa sobre a Amália Rodrigues e a sua arte:

O desaparecimento de Amália Rodrigues
Amália Rodrigues, que contava 79 anos, foi encontrada sem vida às oito horas da manhã do dia 6 de Outubro pela sua secretária particular. Logo de seguida, o Primeiro Ministro António Guterres decretou três dias de luto nacional pela morte de Amália.

Destaques da discografia de Amália
A primeira obra data de 1962 e é um marco histórico: trata-se de "Amália Rodrigues" (conhecido por "busto", visto ostentar na capa um busto de Amália) e está para Amália como "In The Wee Small Hours" para Sinatra ou "Revolver" para os Beatles...


 
Anilza Leoni
Nos anos 70, Anilza Leoni foi diminuindo o ritmo de sua carreira, fazendo pequenas aparições em programas da Globo e da TV Educativa. No teatro, continuou fazendo grandes comédias e no cinema apenas pontinhas em alguns filmes. Sua volta à mídia aconteceu em 1985, com a novela de Ivani Ribeiro, ''A Gata Comeu'', onde interpretou a fútil Esterzinha, madrasta de Jô (Christiane Torloni).

Continuou ativa em teatro, tendo recebido o Prêmio Mambembe por suas atuações em peças no ano de 1990. ''Por Falta de Roupa Nova, Passei o Ferro na Velha'' e a montagem espírita ''Além da Vida'' foram seus grandes sucessos. Fez mais algumas participações em novelas, como a cartomante Edite em ''Barriga de Aluguel'' (1990), mas com a morte de seu filho, interrompeu temporariamente suas atividades.

Nos anos que antecederam sua morte, participou esporadicamente de televisão, fazendo pontas em novelas (''Porto dos Milagres'', ''Desejos de Mulher''). No Teatro, aparecia com certa frequência. Participou do longa-metragem ''Chega de Saudade'', de Laís Bodanzky, onde dividiu a cena com Leonardo Villar, Betty Faria e outros veteranos.

Anilza Leoni morava sozinha no Bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro. Tem uma filha e uma neta que moram nos EUA. Reunia-se, semanalmente, com suas amigas, e antigas vedetes, para jogarem buraco, e botar a conversa em dia. Maria Helena Dias, Sandra Sandré e tantas outras partilhavam a atividade.


 
Anísio Silva
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Ankito
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O comediante Ankito morreu aos 85 anos, vítima de neoplasia pulmonar, em 29 de março de 2009. Durante um ano e meio o ator lutou contra um câncer no pulmão. Dois meses atrás seu estado de saúde se agravou, o que levou o comediante a se afastar das gravações do programa Zorra Total, da rede Globo, em que interpretava o personagem Ursinho.

Astro de chanchadas da década de 1950, o paulistano Anchizes Pinto morava num sítio no município de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, com a mulher, a atriz Denise Casais.

O comediante nasceu no bairro paulistano do Brás, filho de artistas circenses. Trabalhou no picadeiro muitos anos, e se orgulhava dessas origens. "Meu maior orgulho foi ter nascido em circo e ter aprendido tudo o que sei por lá, com meus avós e meus pais", gostava de dizer Ankito.


Almir Ribeiro