Nascido em Niagara Falls, New York, o filho caçula do Dr. Frank Jerome Tone, presidente da Carborundum Company, e de sua esposa, Gertrude Franchot. Tinha ancestrais poloneses e franceses. Presidente do Dramatic Club na Universidade Cornell, ele desistiu dos negócios da família para seguir a carreira artística. Depois da formatura, mudou-se para Greenwich Village, New York, e conseguiu seu primeiro papel na Broadway em 1929 na peça “The Age of Innocence”.
Apenas dois anos depois, a crítica já o aclamava o ator mais promissor de sua geração. Em 1932, seguiu para Hollywood, contratado pela Metro, e estreou nas telas em “The Wiser Sex”. Sua fama foi conquistada no ano seguinte, ao participar de sete filmes, entre eles, “Vivamos Hoje”, ao lado daquela que seria sua esposa, Joan Crawford. Segundo as fofocas da época, o ator teve um caso com Bette Davis. Ele casou-se quatro vezes: com Joan Crawford, Jean Wallace, Barbara Lee Redfield e Dolores Dorn.
O prêmio melhor ator/atriz coadjuvante estabelecido pelo Oscar foi de responsabilidade de Franchot Tone em 1935, por sua participação e indicação no filme “O Grande Motim”. Em 1951, numa disputa com Tom Neal, pelas afeições da bela starlet Barbara Payton, o ator ficou hospitalizado por uma semana e submeteu-se a uma cirurgia plástica para recuperar o rosto seriamente prejudicado com o incidente. Franchot Tone faleceu vitimado de câncer no pulmão aos 63 anos, em 18 de setembro de 1968.