Artista do cinema norte-americano nascido em Talahasse, Flórida, consagrou-se com sua atuação no filme "O Expresso da Meia Noite" (Midnight Express), Oscar de roteiro e de música em 1978. Brad ganhou um Globo de Ouro de melhor ator (revelação) por sua atuação. Em 1983, Davis foi o protagonista principal de "Querelle", do livro de Jean Genet e dirigido por Werner Fassbinder. Estudou na American Academy of Dramatic Arts e estreou no teatro em Atlanta, seguindo depois para Los Angeles e Nova York. Fez sucesso com a peça "The Normal Heart", no papel de Ned. Para a televisão, trabalhou nos seriados Sybill e Walt Whitman, como também nas minisséries "Raízes" (Roots, 1977) e "A Saga dos Kennedy" (Robert Kennedy and His Times), no papel de Bob Kennedy adolescente, em 1985. Davis morreu aos 41 anos, em 8 de setembro de 1991.
Nascido Robert Creel Davis, filho de Eugene Davis, um dentista cuja carreira declinou devido ao alcoolismo, e sua esposa, Anne Creel. Seu irmão Gene é também um ator. Segundo um artigo publicado no The New York Times em 1987, Davis afirma ter sofrido violência física e abuso sexual nas mãos de ambos os pais. Já adulto, era alcoólatra e usuário de drogas por via intravenosa. Tornou-se sóbrio em 1981. Davis era conhecido como "Bobby" durante sua juventude, mas adotou Brad como seu nome artístico em 1973.
Davis foi casado com Susan Bluestein Davis, que mais tarde tornou-se uma vencedora do Emmy Award como melhor diretora de elenco. Eles tiveram uma filha, Alexandra. Davis foi referido como "o primeiro ator heterossexual a morrer de AIDS", embora tenha sido dito como bissexual, uma afirmação contestada por sua esposa, em seu livro. Quando perguntado se ele se considerava bissexual, ele respondeu "alguém uma vez não disse que, lá no fundo, todos somos bissexuais?"