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Wilson Miranda

 
 


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Wilson Antonio Chaves de Miranda nasceu na cidade paulista de Itápolis, em 27 de março de 1940. Começou sua carreira no final dos anos 50, como crooner de um conjunto de jazz. Em 1960 assinou contrato com a Rádio Tupi e passou a cantar rock-balada. Apesar de não ter sido bem recebido pela crítica, Wilson conseguiu sucesso comercial com músicas como "Alguém É Sempre Bobo de Alguém" e "Bata Baby". Em 1965 gravou "Tempo Novo", disco que lhe rendeu muitos prêmios.

Mesmo assim, nos anos seguintes deixou a carreira de cantor em segundo plano, atuando como produtor em discos de Nelson Gonçalves, Bendegó, Banda de Pífanos de Caruaru, Originais do Samba, Célia, Vanusa, Marília Medalha, entre outros. Em 1978 voltou a gravar, dessa vez com um repertório mais voltado para a música popular brasileira, afastando-se definitivamente da imagem de roqueiro do início de sua carreira.


Junto com Carlos Gonzaga, Wilson Miranda foi um dos intérpretes que introduziram gêneros como o calypso e o twist no Brasil no fim dos anos 1950, além das versões de baladas de rock. Surgiu em 1958, mesmo ano em que assinou com o selo Chantecler, no qual permaneceria até 1964. Em 1958 estreou na Chantecler com o calipso "Picolissima serenata", de Ferrio, Amurry e Sidney Morais e o samba canção "Fui procurar distração".

Em 1959, gravou o rock balada "Twilight time", de Nevins e Dunn, com versão de Fred Jorge e o beguine "Veneno", de Poly e Henrique Lobo. Em 1960, o rock "Bata baby", de Johnson, com versão de Toni Chaves e D. Fulgêncio, o samba "Olhos verdes", de Aldacir Louro e Linda Rodrigues, o bolero "Abismo de amor", de Waldick Soriano e a guarânia "Teu amor é minha vida", de Lucio Cardim e Alberto Roy.

Em 1961, gravou a primeira composição de sua autoria, a marcha "Vamos namorar", parceria com Conde. Em 1962 gravou o rock "Eu quero dançar com você", de Doc Pomus e Mart Schuman, com versão de Fred Jorge. Em 1963, gravou de Toni Chaves e Pierre, o calipso cha-cha-cha "Meu sonho". Em 1964, gravou a toada "Recado de saudade", de Luiz Vieira.

Em 1965, assinou com a RCA Victor , tendo no mesmo ano o LP "Tempo novo", entre os mais vendidos. Com o declínio do rock e congêneres, no início dos anos 1970, seu repertório passou a tender mais para a música romântica. Nessa época já atuava pela Continental, pela qual lançou entre outros, o LP "Relevo".


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