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Brigitte Bardot

 
Brigitte Bardot foi, sem dúvida, o símbolo da revolução sexual e a mulher mais linda que o mundo já viu. Nascida no seio de uma família próspera e burguesa, com 13 anos, Brigitte foi selecionada para a National Academy of Dance. Apenas oito garotas, dentre 130, foram aprovadas no exame. Com 15 anos fez uma capa para a revista Elle e, desde então, sua beleza chamou à atenção e aí, ela não parou mais. Aos 18 anos, casou com seu descobridor, o cineasta Roger Vadim, que a dirigiu no famoso filme “E Deus Criou A Mulher”. Em 1957 se separou de Vadim e se casou com Jacques Charrier, com quem teve seu único filho, Nicolas-Jacques Charrier. Seu terceiro marido foi o playboy e multimilionário alemão Gunter Sachs. O quarto e último foi em 1992, aos 58 anos, com Bernard d’Ormale, que perdura até hoje. Brigitte encerrou sua carreira com 39 anos e em 1986 fundou a Fundação Brigitte Bardot para o Bem-Estar e Proteção dos Animais.

Os Beatles eram fãs de sua beleza, vários artistas prestigiaram a musa em suas músicas pelo mundo a fora, e aqui no Brasil, ela possui uma estátua em Búzios, além disso, Brigitte é a responsável pela popularização do biquíni, peça que usava constantemente em seus filmes, em aparições em Cannes e em ensaios para revistas.


 


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Brigitte Bardot tornou-se um dos símbolos sexuais da década de 50 e uma das presenças femininas mais espontâneas e naturais da história do cinema. Nascida Camille Javal, no dia 28 de setembro de 1934, em Paris, estudou balé e logo se encontrou na carreira de modelo. Brigitte foi descoberta, na capa da revista Elle, pelo então jovem diretor Roger Vadim. Foi depois do casamento com o diretor, em 1952, que ela começou a atuar em filmes. Seu filme mais famoso foi "E Deus Criou a Mulher", de Roger Vadim, em 1956, dando origem ao mito BB. O filme redefiniu, na época, o conceito de sensualidade e inspirou milhões de imitadoras em todo mundo. O casamento acabou logo depois, mas a carreira de Brigitte decolou.

A nudez indiferente, maliciosa e de aparência infantil de Bardot, além da sensualidade aparentemente desinibida, resultaram em excessivas reportagens sobre sua vida íntima. Apesar de ter trabalhado com diretores como Jean-Luc Godard e Louis Malle, seu talento costumava ser associado apenas à naturalidade sensual. Iniciou sua campanha em prol dos animais depois de ter se afastado do cinema em 1973. Símbolo sexual dos anos 60, Brigitte tornou-se o símbolo da defesa dos direitos dos animais. É dona da Fundação Brigitte Bardot, que se dedica à proteção dos animais ameaçados, para onde leiloou suas jóias.

Além de atriz, Brigitte também foi cantora. Ela foi namorada do cantor Serge Gainsbourg, que inspirado nela escreveu dezenas de canções. E com quem gravou alguns duos como "Harley Davidson", "Bonnie & Clyde", "Contact", "Comic Strip" e "Je t'aime... moi non plus". Quando tinha 40 anos, Brigitte gabou-se numa entrevista, de que precisava "ter um homem todas as noites". Desde que a atriz se encantou pelo balneário de Búzios, em 1964, a antiga vila de pescadores nunca mais foi a mesma. Na década de 60, para fugir do assédio dos jornalistas, a atriz francesa se refugiava na região.


Filmografia
1952: O Repouso do Guerreiro (Le Repos Du Guerrier)
1952: A Moça Sem Véu (Manina, La Fille Sans Voile)
1953: Se Versalhes Falasse (Si Versailles M'Était Conté)
1954: Mais Forte que a Morte (Act of Love)
1954: Carolina e os Rebeldes (Le Fils de Caroline Chérie)
1954: A Mais Linda Vedete (Futures Vedettes)
1955: O Filho de Caroline Chérie (Le Fils de Caroline Chérie)
1955: A Luz do Desejo (La Lumière d'en Face)
1955: Os Amores de Frou-Frou (Frou-Frou)
1955: A Noiva do Comandante (Doctor at Sea)
1955: As Grandes Manobras (Les Grandes Manoeuvres)
1955: Mll. Pigalle (Cette Sacrée Gamine - Mam'zelle Nitouche)
1956: E Deus Criou a Mulher (Et Dieu...Créa la Femme)
1956: Brotinho de Outro Mundo (La Mariée Est Trop Belle)
1956: Desfolhando a Margarida (En Effeuillant la Marguerite)
1956: Helena de Tróia (Helen of Troy)
1956: Meu Filho Nero (Mio Figlio Nerone)
1957: O Príncipe e a Parisiense (Une Parisienne)
1958: A Mulher e o Fantoche (La Femme et le Pantin)
1958: Amar é Minha Profissão (En Cas de Malheur)
1958: Vingança de Mulher (Les Bijoutiers du Clair de Lune)
1959: Quer Dançar Comigo? (Voulez-Vou Danser avec Moi?)
1959: Babette Vai à Guerra (Babette s'en Vat-en Guerre)
1959: O Testamento de Orfeu (Le Testament d'Orphée)
1960: Amantes de Uma Noite (L'Affaire d'une Nuit)
1960: A Verdade (La Vérité)
1961: Amores Célebres (Amours Célèbres)
1961: Vida Privada (Vie Privée)
1961: A Rédea do Pescoço/Torneio de Amor (La Bride Sur le Cou)
1963: O Desprezo (Le Mépris)
1964: As Malícias do Amor (Une Ravissante Idiote)
1964: Marie Soleil (idem)
1965: Viva Maria! (idem)
1966: Masculino-Feminino (Masculin-Féminin)
1966: Minha Querida Brigitte (Dear Brigitte)
1967: Eu Sou o Amor (À Coeur Joie)
1967: Histórias Extraordinárias (Ter Passi Nel Delirio/Histories Extraordinaires)
1968: Shalako (idem)
1969: O Urso e a Boneca (L'Ours et la Poupée)
1969: As Mulheres (Les Femmes)
1970: As Noviças (Les Novices)
1971: Boulevard do Rum (Boulevard du Rhum)
1971: As Petroleiras (Les Pétroleuses)
1973: Se Don Juan Fosse Mulher (Et Si Don Juan Était Une Femme?)
1973: Colinot (Histoire Très Bonne et Très Joyeuse de Colinot Trousse-Chemise)